A foto mostra o papa Francisco acenando e vestido com adereços indígenas. Ao fundo, encontram-se alguns representantes de populações indígenas.

A música de Vinícius de Moraes citada por Francisco: Samba da Benção

“A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro na vida”. Este é o trecho do Samba da Benção de Vinícius de Moares citado pelo Papa Francisco em sua mais nova encíclica Fratelli Tutti, Todos Irmãos. O verso inicia o parágrafo 215 do documento e está no sexto capítulo “Diálogo e Amizade Social”. Um dos trechos mais interessantes da nova encíclica quando o Pontífice fala de “uma nova cultura”, sua tão defendida “cultura do encontro”.

A foto mostra em preto e branco uma das sessões do Concílio Ecumênico Vaticano II na Basílica São Pedro.

Mudar para continuar igual

Para quem não consegue lembrar ou que não era vivo nessa época, até meados da década de 1960 a missa era bem diferente do que é agora. Não havia participação de grupos de músicas, o padre celebrava de costas para a assembleia e em latim. As mudanças de rito abalaram a forma como a Igreja se inseria no mundo e iniciaram a partir da realização do Concílio Vaticano II (1962-1965), a maior reunião religiosa do século XX.

A foto mostra o Papa Francisco caminhando dentro do santuário de Assis acompanhando por um frei franciscano de hábito cinza.

Os principais pontos da Encíclica Fratelli Tutti, do Papa Francisco

A nova encíclica do Papa Francisco tem como título Fratelli Tutti – Todos Irmãos – e trata da fraternidade universal e amizade social. Inspirada nas ações de diálogos e nos esforços pela paz de São Francisco de Assis, o Santo Padre escreveu um documento de proposições ecumênicas e inter-religiosas. Esta é a segunda encíclica do pontificado de Bergoglio, a primeira foi Laudato Si, de preocupação ambiental.