Os gestos proféticos de Francisco em meio à pandemia de coronavírus

Jorge Mario Bergoglio, o Papa Francisco, transcende o encargo de ser o Sumo Pontífice na Terra. A sua existência e atitude diante da pandemia de coronavírus COVID-19 colocam-no como um verdadeiro sinal divino na história da salvação humana. Seus gestos solitários, sua voz a clamar e denunciar, sua piedade em favor dos que sofrem são gestos de um profetismo encarnado nos dias atuais.

A foto mostra o Papa Francisco recebendo as ofertas das mãos de índios durante a misa na Basílica São Pedro.

Sínodo Pan Amazônico: Francisco combate o fogo com fogo na missa de abertura

O Papa Francisco abriu o Sínodo Pan Amazônico neste domingo (06), em uma missa solene na Basílica São Pedro. O Pontífice demonstrou toda sua habilidade ao evocar o Espírito Santo e sobrepor seu fogo e sua ação aos interesses conflitantes na região. Contra o fogo da devastação, Francisco clamou o fogo espiritual que queima sem destruir.

O papa Francisco saúda uma indígena em sua visita ao Peru. O papa sorri enquanto a índia fala com cocar na cabeça.

O Sínodo e a evangelização podem interferir na preservação da Amazônia?

O Sínodo Pan-Amazônico reunirá cardeais, bispos, padres e especialistas de todo o mundo para discutir a atuação da Igreja Católica na região da maior floresta tropical do mundo. O encontro convocado pelo Papa Francisco acontecerá no Vaticano entre os dias 6 e 27 de outubro e recebe a atenção da imprensa internacional, de políticos, prelados e fiéis.

Sínodo Pan-Amazônico é o novo desafio de Francisco para a condução da Igreja

Dono de grande carisma, o Papa Francisco parece passar pela sua primeira crise de imagem popular. O Sínodo Pan-Amazônico atrai a atenção dos católicos sobre o tema e deixa o Pontífice em maus lençóis. Instigados pelas redes sociais que levaram Bolsonaro ao Palácio do Planalto, os fiéis brasileiros passaram a enxergar o encontro sinodal como um evento político.

Igreja aguarda reforma da Cúria e Papa age com cautela

Esperada para o último sábado (29), a publicação da Constituição Apostólica Praedicate Evangelium (Proclamar o Evangelho) ficou para mais tarde. O dia foi marcado pela tradicional e solene liturgia de São Pedro e São Paulo, mas se tornou ‘comum’ para quem esperava a Reforma da Cúria Romana. As últimas notícias são de que o C6, grupo de cardeais responsáveis pela reforma, entregaram a redação final do texto no sábado, após revisões e alterações solicitadas por especialistas.

E quando o papa escreve a um ex-presidente preso?

O Papa Francisco escreveu uma carta em resposta a uma mensagem enviada pelo ex-presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva. O texto do Santo Padre foi divulgado pelo Instituto Lula em 29 de maio. Por estar preso e angariar um grande número de admiradores, mas também de odiadores, a carta foi motivo de polêmicas. Mas o que há por detrás disso? O que de fato importa nesse fato? O Olhar Vaticano analisou a correspondência papal.

A foto mostra o Papa Francisco e a ex-presidente da Argentina Cristina Kirchner ao lado de um quadro de Nossa Senhora Desatadora dos Nós.

Pode me Chamar de Francisco: o Papa e a devoção à Nossa Senhora Desatadora dos Nós

Em meio a neve na Alemanha, Jorge Mario Bergoglio entra em um templo para rezar. O padre argentino estudante de Teologia buscou o refúgio da solidão em Augsburgo na igreja. Assim que entra, algo familiar lhe enche os ouvidos, uma Ave-Maria em espanhol. O jesuíta encontra uma venezuelana invocando a Virgem Desatadora dos Nós. De uma simples conversa entre dois latino-americanos em terras europeias retratada na série nasceu a marcante devoção do Papa Francisco.

A foto mostra o papa Francisco em primeiro plano caminhando com o olhar para baixo. Em segundo plano, desfocada, está uma estátua da praça São Pedro.

Reforma da Cúria se aproxima e grupos conservadores contra-atacam

Dada como certa, a Reforma da Cúria Romana proposta pelo Papa Francisco causa temor na estrutura interna do Vaticano e grupos tradicionalistas e conservadores se armam contra o reformador em quanto ainda há tempo. A tentativa, talvez, é de protelar as mudanças ou descreditá-las. O fato é que não há como barrar o curso de um rio com sua nascente nas congregações anteriores ao Conclave que elegeu Bergoglio. Assim também, não parece possível que os maiores defensores da infalibilidade papal nos tempos de Bento XVI consigam agora desacreditar um papa forte. As atitudes dos opositores parecem choro de crianças mimadas.